Navego pela minha existência,
atravesso meandros cotidianos,
confundo-me com desarrumações,
perco-me em frases intimistas.
atravesso meandros cotidianos,
confundo-me com desarrumações,
perco-me em frases intimistas.
Canso-me de bocejos diurnos,
recordo-me dos sonhos de outrora,
amargo as novas despedidas,
concebo meras expectativas…
A cada nova tempestade oceânica,
tudo desvanece,
desatino 1/10 de lucidez,
renovo-me por necessidade.
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